
Arte Déco e Seus Inimigos ***
Arriscar o Real ****
Museu Colecção Berardo
Existe sempre algo bom para ser descoberto.
O que aconteceria se os Vilões dominassem o mundo?
Zack Snyder conseguiu o que parecia impossível. Conseguiu captar o visual mas também a complexidade narrativa e psicológica da BD.
Sanso-Xtro **
Documentário que teoriza sobre três supostas grandes fraudes da humanidade: a bíblia, o 11 de Setembro e a reserva federal americana. Forçado e manipulador. Pode-se vê-lo na íntegra no site e em contraponto, vale a pena ler esta análise crítica do filme.
O primeiro sonho é a felicidade, e esta vem do coração.
Um poema sobre o amor entre Pocahontas e John Smith.
Uma big Band de jazz que desconstroi o conceito de big band de jazz.
Boas composições afectadas pela inspiração desequilibrada dos musicos.
Do silêncio ao caos.
John Zorn / Fred Frith 
No primeiro concerto juntos, comunicaram entre si na perfeição através da lingua universal.
Improvisação Vibrante
Excelente edição anotada do texto sagrado do Budismo.

A luta de um povo pela sua autonomia e identidade, cujas as armas são a paz e a compaixão.
João Paulo / Ricardo Dias / Peter Epstein ***
Orquestra de Jazz Humanitária (dir. Claus Nymark) **
Bernardo Sassetti ****
Bernardo Sassetti (piano
Diggin´ Trio **
Alípio C Neto (saxofones)
Gil Gonçalves (tuba)
André Mota (bateria)
Júlio Resende 4teto ***1/2
Júlio Resende (piano)
João Custódio (contrabaixo)
João Rijo (bateria)
Zuulnation *
André Barbosa (saxofones)
Fernando Marques (guitarras)
Mário Oliveira (teclados)
Ricardo Vieira (baixo)
Emanuel Floria (bateria)
David Maranha **** David Maranha - Orgão Hammond João Milagre - baixo eléctrico Bernardo Devlin - órgão eléctrico Afonso Simões - bateria
Aluk Todolo ***
Ignatz ***

Setting Standards: New York Sessions 
A Jazzar na Revolução ***1/2
O primeiro livro narra o dia-a-dia de uma força especial anti-terrorista numa sociedade na qual os corpos humanos são parcialmente ou totalmente substituidos por máquinas, mantendo a mente. Qual a linha que separa o ser humano duma máquina?
A adptação para cinema foca os dois ultimos capítulos do livro, que são os melhores, e centra-se na questão: poderá um virus informático inteligente ser considerado um ser vivo?
O livro sequela não é a continuação do antecessor mas uma reinterpretação da ideia inicial com uma grande evolução tecnológica na arte. Infelizmente as questões filosóficas desapareceram ficando apenas uma quase inexistente narrativa relacionada com corrupão e terrorismo genético completamente "afogada" em conceitos tecnológicos.
Mamoru Oshii optou por continuar a história do primeiro filme, abordando a relação so homens com as máquinas.